Arthur Schopenhauer não morreu. Sua obra continua imortal e não merecia virar nome de um blog ridículo. Mas o que se esperar de um fã dele que passa os dias ouvindo Sex Pistols e Village People?
Não sei qual o motivo que me leva a ter simpatias por discos que não gostava quando os tinha em vinil.
Cut the Crap era o único trabalho do Clash ausente em cds na minha prateleira.
Ele foi feito após a briga entre Joe Strummer e Mick Jones, que culminou com a demissão do primeiro.
As letras foram assinadas por Strummer e o canastrão empresário, Bernie Rhodes, que também produziu a bolacha sob o pseudônimo de Jose Unidos. Deve ter feito isso de vergonha...
Pois o recebi hoje e agora descubro o motivo: ouvir o Clash cercado de bateria eletrônica e com arranjos bobos é triste demais. Mas, ainda assim, o ouvirei inteiro.
O Palmeiras tem carência de um meia, já que Valdívia nunca disse porque voltou, Lincoln levou seu chinelinho para Floripa e Patrik e Tinga são piadas de mau gosto.
Então, porque não colocar Marcos Assunção na função, deixando Chico e Márcio Araújo com a função de marcadores?
Felipão adota a famosa "tática Minelli" em alguns momentos: quando o time adversário é forte na jogada aérea, coloca o Chico e tira o Araújo, que é baixinho.
E o que acontece? Escanteio contra o Palmeiras. Assunção pula no primeiro pau e, ao invés de tirar, dá uma casquinha, mata a defesa toda e encontra Guerrón livre no segundo pau e empata a partida. E assim, o Palmeiras toma o décimo gol de cabeça no campeonato.
Viva o Felipão!
É duro ver o Palmeiras atuar. Até entendo que o time tenha limitações, mas chega de jogar pontos fáceis embora. Já foram dois contra o Cruzeiro e com o empate - até o final do primeiro tempo - despencamos pra sétimo.
E eu continuo a minha campanha: alguém poderia me explicar o que faz o Kléber em campo? Joga mais recuado, rachando com o Deivid e o Manuel como se fosse uma arena e não um gramado de futebol.
Quase não entrou na área e tirando uma cabeçada no primeiro pau que passou perto do gol, não fez mais nada. Será que a gente precisa mesmo de caras como ele e o Valdívia?
E, Tirone, por favor, seja homem uma vez na vida e venda esse chileno enganador...
Tenho duas cópias da trilha sonora In The Name of the Father, filme que mexeu comigo. E a culpa é dessa canção aqui.
I hope you're happy now... ...I could never make you so... you were a hard man... no harder in this world you made me cold and you made me hard and you made me the thief of your heart
Winter is cold...oh! But you're colder still and for the first time I feel like you're mine I share you with the one who will mend what falls apart and turn a blind eye to the thief of your heart
Ohhh you lost Ohhh you lost all you lost all you lost all
I'll never wash these clothes I want to keep the stain Your blood to me is precious nor would I spill it in vain your spirit sings though your lips never part singing only to me the thief of your heart
Apesar de ser viciado em internet, para jogos, compras - a amazon é o mais perto que cheguei de ter uma religião - ver futebol e conversar, nunca tive paciência para orkut, myspace, tanto que deletei minhas contas lá.
Porém, quando fui visitar o pessoal em Sampa, Laguna, o Grande, pediu que eu abrisse uma conta no facebook "pra gente se comunicar sempre".
Descrente, obedeci.
Sou um cara que gosta de escrever e sempre tive minhas histórias e causos. Mas ando seco, há meses, tanto que basicamente posto vídeos ou reciclo posts antigos.
Ao fazer o fcebook, encontrei gente sumida e aproveitei para tirar da hibernação meu site de música. Tenho usado bastante pra contatos nessa área.
A distância se tornou uma bobagem: tudo agora fica ao alcance de um clique.
Basta ver meu primo Gustavo, que vi apenas uma vez nos últimos nove anos e converso com ele sempre, especialmente quando ele fica puto pelas minhas espinafradas no Kléber e no Valdívia.
Outra coisa que curto fazer é ripar os cds que compro, jogar no HD do micro - o coitado tem apenas 160 gigas e mais de 100 deles ocupados só da minha coleção - e jogar pro micro da Naiá, já que estamos em rede.
É o fino.
Fino, aliás, estou longe, disso. Quero andar, mas o calor daqui desanima. Agora está mais de 38 graus, sem nuvem. O jeito é esperar abaixar e sair por aí.
Mas, enquanto isso, tento escrever e vou ouvindo as tais 100 gigas.