sábado, 11 de junho de 2011

Superstição

SOBE O SOM!!!!



Very superstitious, writing's on the wall
Very superstitious, ladders bout' to fall
Thirteen month old baby, broke the lookin' glass
Seven years of bad luck, the good things in your past

When you believe in things that you don't understand
Then you suffer
Superstition ain't the way

Very superstitious, wash your face and hands
Rid me of the problem, do all that you can
Keep me in a daydream, keep me goin' strong
You don't wanna save me, sad is my song

When you believe in things that you don't understand
Then you suffer
Superstition ain't the way, yeh, yeh

Very superstitious, nothin' more to say
Very superstitious, the devil's on his way
Thirteen month old baby, broke the lookin' glass
Seven years of bad luck, good things in your past

When you believe in things that you don't understand
Then you suffer
Superstition ain't the way, no, no, no

sexta-feira, 10 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Queda



Mr Pharmacist
Can you help me out today
In your usual lovely way
Oh Mr Pharmacist I insist
That you give me some of that vitamin C
Mr Pharmacist

Dear Pharmacist won't you please
Give me some energy
Mr Pharmacist

Hey Mr Pharmacist
I'll recommend you to my friends
They'll be happy in the end
Mr Pharmacist can you help
Send me on a 'delic kick
Mr Pharmacist

Dear Pharmacist use your mind
You better stock me up for the wintertime
Mr Pharmacist

Hey Mr Pharmacist
Words cannot express
Feeling I suggest
Oh Mr Pharmacist I can plead
Gimme some of that powder I need
Mr Pharmacist

Dear Pharmacist I'll be back
With a handful of empty sack

terça-feira, 7 de junho de 2011

Bilhar com Chico

Logo que deixei o Mackenzie e fui trabalhar na Folha, minha vida mudou completamente. Como sempre odiei estudar e queria ter um dinheiro extra pra comprar cds, principalmente se trabalhasse com futebol, tudo parecia um sonho.

Mas sou um cara de raízes, não abandono pequenos prazeres, amigos, pelo contrário. Por isso, sempre que saía do jornal, subia a pé pra casa - morava num apertamento perto da Rua Augusta - ao lado do Caio, um colega do Banco de Dados, que morava em Higienópolis.

No meio do caminho dele e do meu, havia o Mack e, três portas antes, um bar onde frequentava quando ia à faculdade - ou mesmo quando não ia, o que era bem mais comum. Por intermédio da minha turma, tornou-se um dos pontos oficiais pra jogar truco.

O pessoal do bar era sempre o mesmo: o Alemão, chapeiro, o Chico, o garçom e o Edu, o caixa, sempre gente boa.

O meu apelido não era Rubão, Rubinho pro pessoal do Mack. Era outro. Mas...er... vamos pular essa parte.

Bom, eu sempre adorei lá e mesmo quando voltava da Folha resolvia passar, perto da meia-noite.

A porta já estava abaixada, mas eu batia e o pessoal sempre me fazia um providencial sanduba de provolone com salame e uma cerveja gelada (às vezes até um caracu batida com ovo), para alegria do Caio, que parecia uma draga e vivia faminto e com sede.

A coisa ia até uma da manhã, quando todos acabavam o serviço. Noite finda? Nem pensar.

Era aí que começava a diversão: Chico, Alemão, eu e quem mais estivesse lá, íamos aos puteiros da Augusta para jogar bilhar. Rapaz, que diversão!

Me lembro de uma noite que perdemos 50 reais para duas garotas, outras que quase saímos no braço com uns loucos e outra que ficávamos cantando e acabamos a noite numa sarjeta trocando telefones - eu dava um número, mesmo sem ter em casa - e voltando pro ap, quatro quadras à frente, num estádio lamentável.

A manhã seguinte era apenas pra levantar rapidamente, tomar uma ducha e chegar na Folha como se tivesse saído de uma briga, com a cara amassada, olheiras e meio torto.

Bons tempos.

I like mondays

Quando São Paulo era uma cidade bacana de se viver - afinal eu morava lá -, por volta de 1996, 1997, 1998, esse deus apolíneo que traça essas mal aparadas linhas, sempre encontrava diversão.

Existia - existe ainda? - uma festa às segundas-feiras chamada "I like mondays" inspirada na canção "I don't like mondays" do Boomtown Rats, banda de Bob Geldof (vídeo abaixo).

Não, não me pergunte o local onde acontecia. Sei que era no Jardins, perto da Estados Unidos, ao lado de uma delegacia de polícia (bem conveniente, não?).

O auê se iniciava nos minutos finais da segunda-feira e corria solto até umas 6, 7 horas da manhã de terça. Solteiro, louco por algo que pudesse tirar a adrenalina do corpo do final de semana exaustivo no jornal, costumava ir com alguma freqüência (adoro usar o trema).

O casarão era sensacional, dois andares, com uma pista cheia de gelo seco, iluminação bem fraca e hits dos anos 80 e 90 na pista. Colecionei, ao menos, duas ótimas histórias lá, que prefiro não contar, com medo de divórcio (vai que a patroa resolve ler o blog justamente hoje).

Por que conto isso? Nessa semana - mais do que habitual - senti uma saudade imensa das músicas dos anos 80.

Ando numa dieta severa de blues, r&b e soul, mas confesso que sinto falta de sintetizadores, vocais exagerados. Assim, resolvi desencavar discos daquela época. Que me perdoem John Lee Hooker, Muddy Waters, Buddy Guy, Otis Rush...

Meus dias pré-balzaquianos não voltam mais, duvido que a festa exista ainda. Mas algumas coisas me dão saudades e mostram que mesmo entupido de prozac, haldol e efexor, a vida ainda podia ser boa e fazer algum sentido.

Milagre prometido



Prometeram-lhe um milagre
Crer é uma bonita coisa
Promessas promessas
Como um dia de outro quebra milagres

Chance como um amor pega um trem
Briza de verão e a luz brilhante
Um amor ela vê
Ele controla o amor
Amor navega para uma nova vida

Prometeram-lhe um milagre
Crer é uma bonita coisa
Promessas promessas
Como um dia de outro quebra milagres
Somente amor ela vê

Ele controla o amor
Espelho da vida a cura
Tudo é possível
Com promessas
Tudo é possível
Oh no

Eu lhe prometi um milagre
Crer é uma bonita coisa
Promessas, promessas
Como um dia de outro quebra milagres

Chances refletem eles por enquanto
Amor grita silenciosamente
Escorregando de volta ao tempo de ouro
Respirando com doces memórias

Prometeram-lhe um milagre
Fé é uma bonita coisa
Promessas promessas
Como um dia de outro quebra milagres

Somente amor ela vê
Ele controla o amor
Espelho da vida a cura
Tudo é possível no jogo da vida
Tudo é possível
Oh não

Chance perdida, pérola por ótimos preços
Cuide da família
Somente desejos de amor
Amor espera pela fama
Em chance em chance, eles verão

Eu lhe prometi um milagre
Crer é uma bonita coisa
Promessas, promessas
Como um dia de outro quebra milagres

Somente amor ela vê
Ele controla o amor
Vida lança a cura
Tudo é possível no jogo da vida
Um sonho quente
Você pode ser rainha
Tudo é possível

segunda-feira, 6 de junho de 2011

domingo, 5 de junho de 2011

Mentes simples

Mentes simples me ajudam a esquecer o calor e o longo domingo de futebol.



Fique, estou queimando devagar
Comigo na chuva, caminhando numa chuva fina
Chamando meu nome
Veja-me queimando devagar

Dias ensolarados, acorde em um dia ensolarado
Sombras de formas brilhantes mudarão todo o tempo
Lembranças, em chamas lembranças douradas
Memórias de dias de ouro mudam-me nesta época

Em algum lugar há um local, que milhões de olhos não podem ver
Em algum lugar há alguém, que pode ver o que eu posso ver

Alguém em algum lugar em tempo de verão
Alguém em algum lugar em tempo de verão
Alguém em algum lugar em tempo de verão

Momentos queimam, lentamente queimam noites douradas
Mais uma vez veja as luzes da cidade se abraçando as chamas das velas
Dias brilhantes, acorde em dias brilhantes
Sombras de formas brilhantes mudarão me todo o tempo

Em algum lugar há um local, que milhões de olhos não podem ver
Em algum lugar há alguém, que pode ver o que eu posso ver

Alguém em algum lugar em tempo de verão
Alguém em algum lugar em tempo de verão
Alguém em algum lugar em tempo de verão
Alguém em algum lugar em tempo de verão
Alguém em algum lugar em tempo de verão