Arthur Schopenhauer não morreu. Sua obra continua imortal e não merecia virar nome de um blog ridículo. Mas o que se esperar de um fã dele que passa os dias ouvindo Sex Pistols e Village People?
Aos poucos e com muita luta e paciência vou tentando remontar minha coleção e sempre com a inestimável ajuda de minha esposa, que também curte tudo isso.
Hoje chegaram meus dois presentes de aniversário comprados por mim mesmo (sempre com a ajuda da Naiá): as caixas da Janis Joplin - Box of Pearls - e The Jimi Hendrix Experience Box Set.
Ah, eu não vou ficar descrevendo a obra desses dois gênios, vou só aumentar o som e me perder por aí.
Lembram-se daquele slogan "Coca-Cola é isso aí"? Pois, Boris Casoy é isso aí também. E só nos resta "agradecer" pelo baixo nível proporcionado contra os garis.
Mais uma vez mostra-se como é feito o jornalismo tucano-democrata nesse país. Mais uma vez mostra-se a verdadeira face de nossos "paladinos", que urram contra o governo, mas apenas porque não estão nele para roubarem juntos.
Mais uma vez, mostra-se a autêntica face dessa classe que se orgulha de ter lutado contra o regime militar e a ditadura, o que me faz, em momentos como este, ter alguma simpatia por aqueles militares.
Porque "jornalistas" como Casoy e cia limitada mostram o esgoto que se tornou a dita imprensa livre do país. É um dos que ganham salários nababescos para "formarem a opinião de uma sociedade". Não tenho nada contra a conta bancária de cada um; se o empregador paga um monte é um problema dos dois, mas cabe aos espectadores - cada vez mais letárgicos - distinguirem o joio do trigo.
Essa é uma das vantagens da era digital: o que seria rapidamente esquecido nos anos 70 e 80 é gravado, copiado e jogado para os youtubes da vida.
Boris, Juca Kfouri, Gilberto Dimenstein e outros "nomões" são Coca-Colas disfarçadas de suco de acerola: gostosa, refrescante, e à, primeira vista, sempre bem-vinda. O problema é o efeito que isso provoca em você 20 anos depois.