
Quando
Pete Sampras se aposentou, o mundo foi unânime: o tênis estava de luto, pois o norte-americano era o maior de todos os tempos e praticamente inalcançável. Pois, nem o cadáver começou a esfriar e todos viraram os olhos para o novato suíço Roger Federer. Com 12 títulos de Grand Slam, não há dúvidas: Sampras era o maior de todos os tempos. O título agora é de Federer.
Pois no ano passado, quando o levantador Maurício disse adeus às quadras, a ladainha: "lá se vai o maior de todos, inigualável, etc"... até surgir Ricardinho, para muitos, esse sim, o maior de todos os tempos.

E não é que agora o "maior de todos os tempos da vez" é o espanhol Fernando Alonso?
Se conseguir o tricampeonato no Brasil, Alonso o fará com 26 anos, cinco anos a menos que Senna, o mais jovem tricampeão da história e de
Michael Schumacher, o segundo nesse quesito.
Eu me sinto uma vítima daquela piada do coelhinho que vira para a parceria e diz: "vai ser bom, não foi?"
Ô gente boa, estamos falando do heptacampeão mundial, com 90 vitórias e quase todos os recordes da categoria! Alonso tem um tremendo potencial, mas falta muito asfalto para ele chegar perto do alemão.
Enfim, a cada semana temos agora um novo "melhor de todos os tempos".

Poucos se fixam ainda nesse ponto. Talvez o mais difícil de ser igualado seja
Kasparov, mas isso só acontece porque esse bundão sempre fugiu de me enfrentar, temendo o meu temível xeque-pastor.
E para você, quais são os novos melhores de todos os tempos atuais? Façam suas apostas!