quinta-feira, 14 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Qual time tem um Divino e um Santo?

É gostoso e duro ser palmeirense. Confesso que no começo do ano escrevi nesse espaço que talvez fosse hora de deixar de torcer.
Luxemburgo, Traffic, Della Monica estavam minando meu amor pelo clube, aos 40 anos. As prioridades da vida se tornam outras e a gente pensa se isso é que quer pro nosso futuro.
Mas como deixar de amar um time? É impossível.
Time de futebol é mais complicado do que deixar a amada, porque não há explicações de como esse amor nasceu e, por isso mesmo, não se sabe como arrancá-lo. E faço parte daqueles torcedores que já passou por tudo de ruim que um time pode sofrer. E sempre estive ali, firme.
Foram dezenas de cadernos com resultados do time ano-a-ano, rabiscados com escalações, esquemas táticos, perguntas a serem feitas em treino para jogadores, técnicos etc... Não se joga fora tudo isso, assim, da noita para o dia.
Pensemos: qual time foi chamado de Academia?
Qual foi o primeiro a representar a seleção brasileira em uma inauguração de um estádio contra o rival Uruguai, metendo-lhe 3x0? Qual time teve um Divino com a camisa 10?
E qual time tem um Santo (como ateu, não gosto muito do termo, mas...) no gol?
Marcos não é um símbolo apenas por ontem ou por 1999 ou 2000 (chupem, gambás!).
Marcos é Marcos porque ele passou pelo inferno e voltou mais forte e mostrando que na hora H não afina. Jamais.
E quer saber? sou palmeirense e dane-se minhas contradições!
Pelo menos, enquanto São Marcos não se aposenta...
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