quarta-feira, 16 de julho de 2008
Basquete
Ok, não falo nunca sobre o basquete, mas duas coisas me chamaram a atenção de ontem para hoje...
Primeiro, cito o post do Cesarotti, que pegou uma entrevista do Amary Passos para um blog de fãs do Spurs. Sem papas na língua detonou Oscar por ter transformado o basquete em um esporte individual e não coletivo. Perfeito. Oscar é um câncer tão grande quanto Marcelinho Carioca e sempre teve a mídia à seu favor, por causa daquela conquista do Pan em 87, que atrasou nosso basquete em 20 anos. Ao invés de investirmos em táticas novas e atualizarmos a preparação, ficamos buscando "Oscarzinhos".
E na última chance de conseguirmos uma improvável vaga para Pequim, a seleção apronta de novo. O treinador espanhol Moncho Monsalves ficou irritado ao ver dois atletas brasileiros terem problemas por causa da comida do hotel e disse que não quer mais a seleção comendo bufê. Bufê? Quer coisa mais amadora do que isso. Não se gasta nem com comida numa viagem dessas. Incrível!
Primeiro, cito o post do Cesarotti, que pegou uma entrevista do Amary Passos para um blog de fãs do Spurs. Sem papas na língua detonou Oscar por ter transformado o basquete em um esporte individual e não coletivo. Perfeito. Oscar é um câncer tão grande quanto Marcelinho Carioca e sempre teve a mídia à seu favor, por causa daquela conquista do Pan em 87, que atrasou nosso basquete em 20 anos. Ao invés de investirmos em táticas novas e atualizarmos a preparação, ficamos buscando "Oscarzinhos".
E na última chance de conseguirmos uma improvável vaga para Pequim, a seleção apronta de novo. O treinador espanhol Moncho Monsalves ficou irritado ao ver dois atletas brasileiros terem problemas por causa da comida do hotel e disse que não quer mais a seleção comendo bufê. Bufê? Quer coisa mais amadora do que isso. Não se gasta nem com comida numa viagem dessas. Incrível!
segunda-feira, 14 de julho de 2008
É o seguinte...
Eu gostaria de entender o seguinte: o Luxemburgo dispensa Makelelê e Francis e tem três opções para primeiro volante no banco: Wendel, Sandro Silva e Jumar. Qualquer um deles marca mais que Léo Lima e Martinez. Mas ele me escala os dois últimos e o Diego Souza, pois são altos e bom no jogo aéreo. Mas eles vão jogar na cabeça de área ou de zagueiros?
Os três deixam o time lento, sem velocidade e saída rápida. E, na boa, tá na hora de chamar o Valdívia, mostrar o portão de embarque de Cumbica e dizer um “muito obrigado e vá com Deus”. Encheu a displicência dele. Quer ser vendido, não admite pra torcida e fica com a cabeça em outro lugar.
Agora, com Lenny, Denílson, Evandro e que tais não dá. Dos “favoritos ao título”, é o Palmeiras dono do pior banco de reservas.
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