quinta-feira, 12 de junho de 2008

Há 15 anos...

o mundo voltava ao normal, o verde estava vivo e a esperança renascia...

Obrigado pelo 12 de junho de 1993, Matador!

Sem seus gols seria impossível... os 4x0 seguem sendo a maior diferença em uma final...

Pobres gambás, jamais entenderão porque em jogos realmente históricos e decisivos amarelam contra nós.

Nossos fregueses favoritos, nossa certeza de um futuro sempre feliz. "Zum zum zum é 21...." cantava a pequena torcida palmeirense no Morumbi lotado, em 1974. "Chora Viola, imita o porco agora!" berravam os palmeirenses em 12 de junho de 1993... E eles jamais nos decepcionaram... aliás, agradeço pelo "presente" na noite de ontem, foi muita gentileza.

Sérgio; Mazinho, Antônio Carlos, Tonhão e Roberto Carlos; César Sampaio, Daniel, Zinho e Edílson; Edmundo e Evair. Os 11 nomes de uma sinfonia comandados por um gênio da grande área.

Evair Aparecido Paulino, ídolo eterno...


quarta-feira, 11 de junho de 2008

Happy Together...

Turtles, em duas versões. Cale a boca, veja e ouça. Reveja e reouça. Etc...




segunda-feira, 9 de junho de 2008

Trilha-sonora do dia

Segunda-feira é um dia desgraçado, sempre odiei. Nunca me incomodei de trabalhar aos domingos, desde que o dia seguinte fosse folga pra mim. É aquela preguiça que tanto orgulharia Garfield.

Mas nem sempre é possível ficar sem fazer nada, embora o cérebro dê umas travadas. Escrever nesse dia é um drama; sair da cama é um drama, até fazer algo mais simples vira um drama.


Então para aplacar a preguiça - se bem que até aumenta - pego um disco calmo, suave, para os neurônios irem despertando.

A bola da vez atende pelo nome de Four & More, de Miles Davis. Gravado ao vivo, Miles estava com uma banda de transição após o final do sexteto que tinha John Coltrane e Bill Evans e antes de chegar ao segundo grande quinteto que teve com Herbie Hancock, Tony Williams, Ron Carter e Wayne Shorter.

Gravado em 12 de fevereiro de 1964, o grupo consistia, além de Miles, nos já citados Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Wiliams, além de George Coleman, no sax tenor.

Um grande disco que mostra Miles meio perdido, já que o jazz estava indo para uma direção em que ele ainda não tinha experimentado, tanto que insistia que se vestissem a rigor e tocassem apenas instrumentos acústicos.

Ainda assim, como falar mal de um disco que traz "So What", "Walkin'" e "Joshua"?

Os neurônios agradecem. Garfield, também. Ele até fez menção de acordar. Na terça...