O mundo anda fútil demais e o twitter parece ser o símbolo máximo disso. As pessoas já não sabem mais se expressar, escrever, usar verbo, vírgula, acentos e quando postam algo conseguem apenas serem lamentáveis.
Indo na contramão, abandonei orkut, myspace e só fico com os meus emails por insistência e alguma necessidade, embora raramente receba mensagens pessoais. A internet oficializou o mundo chato, burocrático, "globalizado" e cheio de opiniões dispensáveis.
Ando cheio do futebol mais por causa dos atletas medíocres metidos a gênio do que qualquer coisa. Atitudes como a do Kléber xingando o Felipão via twitter, mas refugando ao vivo, mostra não apenas a personalidade do tal "Gladiador" como o nível geral da boleirada e dos "seguidores".
Em um sábado chuvoso, enquanto ouço música e morro de saudades da amada em outra viagem, fico pensando que a solidão acaba sendo uma forma de preservar a sanidade, já que os assuntos "da moda" pouco me interessam e pouco sei.
Strange days indeed, como diria John Lennon. E como.
sábado, 12 de março de 2011
A Cura
Eu tenho olhado há tanto tempo, essas fotos suas,
Que eu quase acredito que elas são reais
Eu tenho vivido há tanto tempo com essas minhas fotos suas,
Que eu quase acredito que as fotos
São tudo que posso sentir
Me lembro de você
Ficando quieta na chuva
Enquanto eu corria para ficar perto do seu coração
E nós nos beijamos enquanto o céu desabava, na fixação de segurar você
Como eu sempre segurei, em seu medo
Me lembro de você, correndo delicada pela noite
Você era maior, e mais brilhante, e mais branca que a neve
Gritava como faz-de-conta, gritava para o céu
E você finalmente encontrou
Sua coragem para deixar tudo ir
Me lembro de você, caída nos meus braços
Chorando pela morte do seu coração
Você era pedra branca, tão delicada, tão perdida no frio
Você sempre foi tão perdida no escuro
Me lembro de você
Como você costumava ser
Lentamente afogada, você era anjos
Muito mais que tudo
Se segure pela última vez
Então, fuja silenciosamente
Abra meus olhos, mas eu nunca vi nada
Se eu tivesse pensado nas palavras certas
Eu poderia ter prendido seu coração
Se eu tivesse pensado nas palavras certas
Eu nunca estaria rasgando
Todas as minhas fotos suas
Olhando há tanto tempo essas fotos suas
Mas eu nunca agarrei seu coração
Olhando há tanto tempo para as palavras serem verdadeiras
Mas sempre rasgando
Minhas fotos suas
Não houve nada no mundo
Que eu tenha desejado mais
Do que sentir você no fundo do meu coração
Não houve nada no mundo
Que eu não tenha desejado mais
Do que nunca sentir o rompimento de
Todas minhas fotos suas
quarta-feira, 9 de março de 2011
Único
Devo ser o único na face da terra que tem televisão em casa e faz questão de não assistir noticiários. Nenhuma.
Devo ser o único brasileiro que comemora o fato da Globo não pegar aqui no Maranhão pela Via Embratel.
Devo ser o único que faz questão de não assistir GNT, Multishow e todos os canais que essa porcaria de emissora possui. Assisto Sportv e o PFC por razões profissionais e assim que os jogos terminam, mudo de canal.
Ah, sim, quando digo o único, esqueci de incluir a Naiá na conta.
O feriado de Carnaval é de uma inutilidade atroz. Sites de esportes viram - ainda mais - sites de fofocas e todos se apressam em mostrar a fome de samba dos jogadores, em contrapartida com a apatia dentro dos gramados.
Feriado é bom pra ver filmes, ouvir cds de samba em casa, ou de rock, ou de jazz, descansar, ficar com quem gosta e não se matando por aí feito esses foliões sem sentido.
Ah, sim... e, acreditem ou não... continuo sendo o único - sem a companhia da Naiá - que jamais ouviu Anna Julia. E sou o único - com ela, também - que jamais viu uma partida do Neymar na vida. Nem quando enfrentou o Palmeiras.
Aliás, jogos do Palmeiras eu não vejo mais. No máximo, espio por 30 segundos a cada 20, 30 minutos.
E foda-se o carnaval.
Devo ser o único brasileiro que comemora o fato da Globo não pegar aqui no Maranhão pela Via Embratel.
Devo ser o único que faz questão de não assistir GNT, Multishow e todos os canais que essa porcaria de emissora possui. Assisto Sportv e o PFC por razões profissionais e assim que os jogos terminam, mudo de canal.
Ah, sim, quando digo o único, esqueci de incluir a Naiá na conta.
O feriado de Carnaval é de uma inutilidade atroz. Sites de esportes viram - ainda mais - sites de fofocas e todos se apressam em mostrar a fome de samba dos jogadores, em contrapartida com a apatia dentro dos gramados.
Feriado é bom pra ver filmes, ouvir cds de samba em casa, ou de rock, ou de jazz, descansar, ficar com quem gosta e não se matando por aí feito esses foliões sem sentido.
Ah, sim... e, acreditem ou não... continuo sendo o único - sem a companhia da Naiá - que jamais ouviu Anna Julia. E sou o único - com ela, também - que jamais viu uma partida do Neymar na vida. Nem quando enfrentou o Palmeiras.
Aliás, jogos do Palmeiras eu não vejo mais. No máximo, espio por 30 segundos a cada 20, 30 minutos.
E foda-se o carnaval.
Mas que nada
Remexendo
Remexendo
Remexendo
Remexendo
Menina Sarará remexe aí
Que eu quero ver
Menina Sarará remexe aí
Que eu quero ver
Remexe de cima em baixo
Que eu canto pra você
Remexe de cima em baixo
Que eu toco pra você
Remexendo
Remexendo
Remexendo
Remexendo
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Mas que nada sai da minha frente
Que eu quero passar
Pois o samba está animado
E o que eu quero é sambar
Esse samba
Que é misto de maracatu
Samba de preto velho
Samba de preto tutú
Mas que nada um samba
Como este tão legal
Você não vai querer
Que eu chegue no final
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Ô, mas que nada
Ô, mas que nada
Ô, mas que nada
Ô, mas que nada
Esse samba é gostoso
Essa dança é danada
Mas que nada
Mas que nada
Esse samba
Que é misto de maracatu
Samba de preto velho
Samba de preto tutú
Mas que nada um samba
Como este tão legal
Você não vai querer
Que eu chegue no final
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Ô, ô, ô, ô, ô, ariá, raiô
Obá, obá, obá
Obá, obá, obá
Obá, obá, obá
Obá, obá, obá
Mas que nada
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