sábado, 8 de janeiro de 2011

Michael Jackson quer dançar no Palmeiras!

E com luva e tudo. Duvidam? Aqui.

Próximo de um acerto com o Palmeiras, o atacante Adriano Michael Jackson já planeja suas comemorações de gols pelo clube paulista. Envolvido na negociações do volante Edinho, que deve reforçar o Fluminense em 2011 - o Alviverde ainda receberia uma quantia em dinheiro pelo trato - o atleta pretende mostrar o estilo que o fez ganhar fama no futebol baiano.

- Quero levar a dança para o Palmeiras junto com o par de luvas que costumo usar para dar sorte. Desta vez, as luvas serão das cores verde e branca - disse, em entrevista à Rádio Globo.

Adriano contou que a comemoração ao estilo Michael Jackson começou quando ainda estava no Rio.

- A minha ideia de imitar o Michael Jackson surgiu no América-RJ. Durante os treinos, passei a comemorar os gols com a luva e dançando como o Michael Jackson.

Deixa eu ficar quieto antes que fale alguma merda.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Como ser humilhado

Nelson Rodrigues dizia que brasileiro tem complexo de vira-lata. Eu acho que esse complexo piorou com o tempo.

Nessa época de globalização, os times brasileiros "descobriram o marketing" como forma de ganhar dinheiro, ainda que entregues a pessoas incompetentes e que nunca entendem a real importância das agremiações.

Virou moda brigar desesperadamente por refugos que a Europa não quer mais, sabendo que o jogador já encheu o rabo de dinheiro e perdeu completamente o senso profissional, preferindo a noite, mulheres e sempre em péssima forma física.

O mais novo caso é o de Ronaldinho Gaúcho. É constrangedor ver equipes brasileiras implorando por uma chance de tê-lo no time.

Não satisfeito em ter aumentado em quase 150 milhões de reais a dívida do Palmeiras em menos de 24 meses, Belluzzo oferece 1,3 milhão mensais ao ex-craque, enquanto o diretor responsável pelas finanças se manda para a Espanha, com mais outros dois, e sem assinar a liberação de dois meses de direitos de imagens para o elenco.

Como pode um presidente de um clube rachado internamente, sem dinheiro, com o elenco brigando com diretores e técnicos e vendo, dia após dia, jogadores loucos para rescindir seu contrato para ter uma vida menos tensa, fechar os olhos para tudo isso e oferecer um caminhão de grana para um cara que está gordo, só querendo saber de farra e que há 5 anos não faz uma partida decente?

Para tentar ludibriar a péssima forma que ele mostrará nas partidas, apostam em "jogadas de marketing", com possíveis aumentos na cota de patrocínio, venda de camisetas e outras bobagens.

Craque tem que resolver em campo, lugar onde Ronaldinho deixou de ser importante há tempos. O Milan está aliviado de tê-lo fora do seu elenco e sem precisar pagar seu salgado salário.

E fala sério, alguém acha que um Felipão o consertaria? Aliás, quem confia no Felipão até o final do contrato? Aposto que sai antes de abril.

E o que falar do mico do Grêmio, que coloca caixas de som no gramado do estádio para anunciar a volta do filho pródigo, acreditando em promessas vazias do irmão procurador e vendo o presidente dar desculpas esfarrapadas para tentar encobrir o mico?

A "volta" de Ronaldinho - eu aposto que ele vai ludibriar a todos e assinar com um time do exterior, até mesmo da Major League Soccer - mostra o quanto somos provincianos, bobos e iludidos.

E os times brasileiros brigam pela noiva desdentada, feia, acabada, infiel e frívola, enquanto a baranga se diverte com tudo isso.

É realmente de chorar.

Portais como o UOL são deprimentes, ao colocar em seu twitter apenas mensagens de seguidores com apenas esse tópico há mais de uma semana - opiniões sempre medíocres e tolas, para variar - e o Globo Esporte chegou a fazer um acompanhamento ao vivo, minuto a minuto da reunião do jogador com o presidente do Milan, Adriano Galliani, como se fosse a reunião entre dois chefes de estado.

E depois dão uma coletiva para dizer que nada foi resolvido, no melhor estilo PSDB.

É o fim da picada.

O ano nem começou e as bobagens já transbordam. Realmente, anda bem chato viver nesse planeta.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Setembro