sábado, 14 de novembro de 2009

Celso Cardoso, o maior lixo

No meio do lixo que assola às tvs abertas em termos esportivos, fica difícil escolher o PIOR. Mas, Celso Cardoso, é fortíssimo candidato.

Primeiro, por comandar o Gazeta Esportiva, de longe o mais infame programa esportivo de todos, com os incompetentes Flávio Prado, Garrafa e Chico Lang, além da esganiçada, brega, feia e queixuda Michelle.

O pior é ver fazer cara de ético vendendo qualquer coisa durante o programa, o que é, no mínimo, lamentável. Noticiário é para se "vender" notícia e não cogumelo do sol ou implante dentário. Qual a credibilidade de um programa assim?

Ah, mas fosse "só" isso, vá lá. O diabo é quando ele vai "comentar" jogos pelo Esporte Interartivo.

Longe de ser uma boa transmissão - o tal Leonardo Baran ou Baram e os narradores são de doer - é, ao menos, uma opção para ver jogos interessantes para quem não tem tv por assinatura.

Mas quando surge o tal Celso... é um clichê infinito de bobagens e absoluta falta de competência para sequer fazer uma simples leitura tática. E, na falta disso, tome lugar-comum na sua orelha.

Ao menos, Celso é um cara com boa sintaxe e bom vocabulário. Ou era até no jogo da Rússia meter no ar um "muito enorme" ou algo do gênero, aos 32 minutos do segundo tempo. Doeu tanto meu ouvido que na mesma hora desliguei a tv e nem sei quanto acabou o jogo.

O pior é que o velho esquema de ligar o rádio e abaixar a tv, nem funciona muito, porque está igualmente feio pelas ondas do rádio.

Acho que o jeito mesmo é tirar o som, ouvir uma música e ficar só com a imagem. Até porque nesse esporteinterartivo a cada 40 segundos eles falam dos tais 45 centavos de mensagens no seu celular.

Realmente, vende-se de tudo na tv aberta. Menos qualidade e boa informação.

2 comentários:

Dárcio Vieira disse...

o Celso Cardoso se faz de polido, de sensato. Mas é tipo. A imprensa esportiva brasileira não consegue nem saber o que ocorre fora das divisas estaduais.

Rubão disse...

Celso Cardoso não sabe o que se passa fora do próprio umbigo. É o tipo jornalista Alckmin: chuchu puro.